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Semana Farroupilha

Postado por msr4k | sexta-feira, setembro 09, 2011 | | 0 comentários »

Semana Farroupilha

A Semana Farroupilha é o maior evento cultura do Rio Grande do Sul e certamente a manifestação cultural mais importante desse país, senão do mundo. A Semana Farroupilha tem início no dia 14 de setembro e termina no dia 20 de setembro com o desfile Farroupilha. Seu objetivo é comemorar a Revolução Farroupilha (Guerra dos Farrapos).

Em pouco de História do RS no mês da Semana Farroupilha

Postado por Unknown | quinta-feira, setembro 03, 2009 | , , , , | 0 comentários »

Nos tempos em que as estâncias eram de todos
Mário Maestri

O caráter do trabalho e da propriedade da terra era coletivo nas missões guaranis, privado nas fazendas luso-brasileiras


Mário Maestri


Em 1626, jesuítas espanhóis cruzaram o rio Uruguai e fundaram missões, a partir do noroeste do atual RS, sobretudo com populações guaranis. Em 1634, os inacianos importaram 1.500 bovinos para formar os rebanhos dos dezesseis pueblos do Tape. Em 1636-38, o gado foi abandonado pelos guaranis missioneiros que retornaram para a outra banda do Uruguai, assaltados pelos paulistas escravizadores. O rebanho multiplicou-se, atravessou os rios Jacuí-Ibicuí em direção ao sul, formou a enorme vacaria do Mar, entre o oceano e os rios Jacuí e Negro.

Na segunda metade do século 17, devido à crise da economia açucareira, a coroa portuguesa retomou a procura das minas e lançou novas iniciativas econômicas. Em 1680, fundou a Colônia do Santíssimo Sacramento, diante de Buenos Aires, na outra margem do rio da Prata. Procurava com ela retornar às trocas de cativos, manufaturados e produtos da costa do Brasil pela prata andina, permitidas pela coroa espanhola até o fim da União Ibérica, em 1640. Os couros trazidos pelos espanhóis de Buenos Aires ou do interior da banda oriental do Uruguai, por portugueses, castelhanos e charruas, garantiram o sucesso da cidadela.

Em 1682, os guaranis missioneiros retornaram ao atual Rio Grande do Sul para barrar o saque das vacarias dos pampas e o avanço lusitano. Os Sete Povos apoiaram-se fortemente na extração animal, inicialmente, e na sua criação, a seguir. Mais tarde, a regressão do pastoreio fortaleceu a agricultura missioneira. A economia pastoril dos Sete Povos constituiu a pré-história das estâncias sul-rio-grandenses. Não procedem as propostas ideológicas de que ela seria mera exploração predatória do gado chimarrão.

Em Origens da economia gaúcha: o boi e o poder, livro póstumo de 2005, Guilhermino César descreve a organização das estâncias jesuíticas como a "mais simples possível": "[...] um grupo de catecúmenos [...] tangia reses mansas para um posto deserto, deixava-as em liberdade, e estava formado o criatório." Essa prática jamais teria constituído verdadeira economia pastoril, já "que a criação se fazia [...] ao deus-dará", com os gados "espalhados, em desordem" caminhando "sem restrições". Segundo ele, nenhum "regime fundiário vigorara naquela ‘terra de ninguém’ [sic]", onde a incúria quase natural e o "nomadismo congenial" dos guaranis teriam determinado tamanha "instabilidade" na atividade "que, à flor do chão, não ficou memória das estâncias jesuíticas", esfumando-se na "mente coletiva" sua recordação. Essa leitura foi amplamente difundida pela historiografia tradicional sulina, que estabeleceu hiato radical entre as histórias guarani-missioneiras e sul-rio-grandense.

Inicialmente, a exploração missioneira das vacarias deu-se sob licença dos padres superiores, preocupados em não esgotar os gados. Os vaqueiros guaranis não praticaram o abate geral de animais pelo couro, sebo e graxa, deixando as carcaças nos campos, como os corambreros ibéricos e nativos trabalhando sobretudo para Sacramento. Nos anos 1690, exagerando enfaticamente, o padre Sepp escrevia que, após dois meses, os vaqueiros retornavam com "cinqüenta mil vacas", para a "a alimentação" anual de sua missão. Contava que, nos navios da Ordem, partiam 300 mil couros, de "touros mais crescidos", e não de "vacas", certamente para manter a "procriação indispensável".

Preocupados com a perenidade dos rebanhos, os missioneiros fundaram, em 1700, a vacaria dos Pinhais, no Planalto, nas margens do rio Pelotas. Quando os gados das vacarias do Mar e dos Pinhais foram esgotados, pelos coureadores e tropeiros, fogueados pelas descobertas das minas [1695] e pela fundação da vila de Rio Grande [1737], os vaqueiros das missões enfatizaram a criação animal nas estâncias dos pueblos.

As grandes estâncias missioneiras, delimitadas por rios, riachos, matas, serros, etc., subdividiam-se em sedes e postos, com aldeias de dez a doze famílias, com suas capelas, currais, plantações, etc., povoadas por posteiros, que domesticavam e tratavam os animais nos rodeios e cuidavam que não fugissem. No Planalto, estâncias menores, próximas aos Sete Povos, invernavam o gado trazido pela Boca do Monte [atual Santa Maria] e pelo Boqueirão [atual Santiago], para o consumo dos pueblos. A criação missioneira assumiu o caráter de produção pastoril extensiva herdado pelas futuras estâncias luso-brasileira, disseminadas na Campanha, nas Missões, nos Campos Neutrais e no norte do atual Uruguai, sobretudo a partir de 1780, após a instalação de charqueadas no Sul, que valorizou fortemente a exploração mercantil dos rebanhos.

O laço, as boleadeiras, o poncho, o mate, o churrasco, a doma em campo aberto, o aquerenciamento e manejo dos gados no rodeio, as vaus dos rios, os boqueirões nas serras, a origem de muitas cidades sulina, etc. foram algumas das heranças legadas pelas missões guaranis à civilização sul-rio-grandense. Foi muito amplo o arrolamento de missioneiros e de nativos pampianos como peões nas fazendas luso-brasileiras que proliferariam na região.

A grande diferença entre as duas sociedades foi o caráter do trabalho e da propriedade da terra, coletivo nas missões guaranis, privado nas fazendas luso-brasileiras. Para que, após a ocupação militar lusitana das Missões, em 1801, as estâncias coletivas guaranis fossem melhor repartidas em sesmarias privadas, exploradas com o braço escravizado e assalariado, era necessário que desaparecesse na memória histórica regional aqueles longos e estranhos tempos em que as pampas e os gados eram de todos, e não apenas de alguns poucos.

Mário Maestri, 61, historiador, é professor do Curso e do Programa de Pós-Graduação em História. E-mail: maestri@via-rs.net

Fonte: Brasil de Fato

Cavalgada da Chama Crioula chega em Rio Pardo

Postado por Unknown | sábado, agosto 29, 2009 | , , , | 0 comentários »

O Rio Grande do Sul pertence ao Brasil por causa de Rio Pardo. Essa afirmação é baseada na importância que teve a Fortaleza Jesus Maria José e na demarcação e preservação do domínio português contra o avanço dos espanhóis no sul do continente. Com o Tratado de Madri, em 1750, firmado entre as duas potências, Rio Pardo passou a ser a fronteira entre as colônias a partir da segunda metade do século 17. A construção da fortaleza começou em 1753. Ela abrigou o Regimento dos Dragões e foi palco de batalhas que consolidaram posições lusas. Nunca foi tomada, por isso ficou conhecida como a "Tranqueira Invicta".

Devido à privilegiada posição geográfica, entre os rios Jacuí e Pardo, a cidade passou a ser o principal ponto de abastecimento do Estado, atraindo tropeiros, já que o transporte era feito, essencialmente, por via fluvial. Seu território chegou a abranger 16.803 km2, ou seja, mais da metade do território da Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul (1807).

E é nesta cidade histórica que os Cavaleiros do Planalto Médio de Passo Fundo após percorrerem 213 km em 6 dias de cavalgada chegam conduzindo a chama crioula 2009, para se arrancharem no Parque de Exposições para um merecido descanço de cavalos e cavaleiros.

Amanhã (28/08) a lida começa cedo, as sete horas da manhã os pingos devem já ter sido tratados, rasqueados e encilhados para um novo galope. Desta vez com destino a Passo do Sobrado, num percurso de 33 km.

E assim, neste trancão, vão os Cavaleiros do Planalto Médio, agradecendo a fidalguia e hospitalidade de quem os recebe, a bondade Divina pelo bom tempo, o cozinheiro pela bóia, os cavalariços pela trato aos animais e aos cavaleiros e equipe de apoio pela parceria, até chegarem em Passo Fundo, após percorrerem 523 km neste compromisso que só autenticos guapos conseguem cumprir.

A cavalgada com a Chama Crioula 2009 chega em Passo Fundo dia 06 de setembro no Parque de Rodeios da Roselândia, as 11 horas da manhã.

Cavaleiros do Planalto Médio

Chama Crioula - 2009

Postado por Unknown | sábado, agosto 29, 2009 | , , , | 0 comentários »

O Acendimento da Chama Crioula é o mais importante evento relacionado à cultura do gaúcho no Rio Grande do Sul. Neste ano em sua 62ª edição, o evento que ocorreu neste sábado 22, às 10:00 horas da manhã, abriu oficialmente os festejos farroupilhas no Estado na cidade de São Lourenço do Sul.

O presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho, Oscar Fernande Gress, disse que o significado histórico do acendimento da chama crioula é muito forte. "É uma representação de orgulho que traduzimos em atos que reforçam cada vez mais o culto às tradições do Estado do Rio Grande do Sul", justifica. "Este ano, principalmente pelo tema, que é o 'Os Farroupilhas e suas façanhas', São Lourenço faz parte, e é oportuno que realizemos o Acendimento nesse importante município no cenário da Revolução Farroupilha".

O Grupo Cultural e Tradicionalista Cavaleiros do Planalto Médio fundado em 12 de fevereiro de 2005, e que tem como lema, "Do Planalto Médio a Cavalo, pela Integração do Rio Grande", pelo quinto ano consecutivo representa a Sétima Região Tradicionalista na condução da Chama Crioula, desde o seu acendimente até a entrega no Parque de Rodeios da Roselândia dia 06 de setembro.

Neste ano serão 523 Km percorridos, tendo como etinerário : São Lourenço do Sul, Dom Feliciano, Pantano Grande, Rioa Pardo, Venâncio Aires, Barros Cassal, Soledade e Passo Fundo.

O grupo que tem como Patrão Paulo Roberto dos Santos (Zebra) é formado por 35 homens entre cavaleiros e equipe de apoio, que conta com caminhão boiadeiro para levar os cavalos de muda, cozinha, ferreiro e toda infra estrutura para que a cavalgada consiga atingir o propósito, com nos anos anteriores quando foram percorridos desde Viamão 435 Km em 2005, 460 Km de São Gabriel em 2006, 427 Km de São Nicolau e 348 Km de São Leopoldo.

O Comandante de Cavalaria Verceli de Oliveira e seu auxiliar Deoclécio Wolf são os responsáveis pelos pontos de sesteada e pouso e pelo cuidados que os animais recebem, além de farta alimentação para que os cavalos recuperem o desgaste natural das 8 horas cavalgadas diariamente.

Como responsável pela divulgação está o empresário e tradicionalista José da Silva Almeida (Juca) que divulga entre os orgãos de imprensa e os familiares dos cavaleiros sobre o andamento da cavalgada.

Telmo de Lima Freitas, patrono da semana farroupilha recebe do grupo um certificado que serve como homenagem e reconhecimento pelos relevantes serviços prestados ao Movimento Tradicionalista.

Ajude a divulgar nossa cultura.

Semana Farroupilha - Canção Tema 2008

Postado por Unknown | terça-feira, setembro 09, 2008 | , , | 0 comentários »


Não sei se todos irão concordar comigo, porém, tenho que admitir que não sabia da existência de um tema para a Semana Farroupilha e muito menos que ela tinha uma canção tema!

Mas, o importante é aprender! Ainda mais se o assunto for a cultura, uma vez que esta permanece em constante evolução, e no caso da Cultura Gaúcha, se fortalece com o passar dos anos.

Bem, o fato é que a Semana Farroupilha tem sim uma temática e uma canção especialmente composta para esta festividade, a qual versa sobre o assunto escolhido para o ano.

A Semana Farroupilha de 2008 tem como tema: Nossos símbolos: nosso orgulho!

Repare como, na canção abaixo, são mencionados os símbolos do Rio Grande do Sul:


Orgulho de um Povo



Eu sinto orgulho desse sotaque sulino...
De um povo que canta o Hino
Com respeito e devoção!
Dessa Bandeira, amado pano sagrado...
do mapa do nosso Estado
Em forma de coração!

Eu tenho orgulho das nossas rodas de Mate
E na paz que se reparte
Nesse gesto de oferenda!
Da cor alegre de um Brinco-de-Princesa,
Flor que enfeita com beleza
As tranças das nossas prendas!

(refrão)
Eu sinto orgulho
Do entono dos centauros
No trono dos seus Cavalos,
Preservando Tradições!
Eu tenho orgulho
Dessa Alma Farroupilha,
Chama Crioula que brilha
No sacrário dos Galpões!

Eu sinto orgulho desse meu sangue Farrapo...
Brasão de Armas dos guapos,
Que nos trás tanta emoção!
Dessa heróica bravura dos Quero-queros,
Feito caudilhos austeros
Defendendo nosso chão!
Eu tenho orgulho dum churrasquito nas brasas...
Cordeona pedindo vasa
E a gauchada contente!
Eu sinto orgulho dessa fé que se revela
Num simples chá de Macela
Curando os males da gente!

(refrão)
Eu sinto orgulho
Do entono dos centauros
No trono dos seus Cavalos,
Preservando Tradições!
Eu tenho orgulho
Dessa Alma Farroupilha,
Chama Crioula que brilha
No sacrário dos Galpões!

Autores: Duca Duarte e Silvio Ayone.
Intérprete: Cristiano Quevedo

Em nossas pesquisas sobre a Semana Farroupilha descobrimos uma porção de coisas interessantes e que nem todos conhecem. A partir desta postagem, nós estaremos dividindo estas informações com os leitores do Blog Gaudérios.

Semana Farroupilha - TEMA 2008

Postado por Unknown | terça-feira, setembro 09, 2008 | , | 0 comentários »

"As sociedades organizadas adotam uma série de símbolos representativos que, de uma forma ou de outra, representam aspectos importantes da história, do folclore, das crenças, dos valores e do imaginário do povo que as constituem. No Rio Grande do Sul não é diferente, aliás, talvez seja, entre os Estados Brasileiros, aquele em que os aspectos simbólicos sejam mais fortes e estejam mais presentes no imaginário das pessoas.

Com o objetivo de destacar, valorizar e tornar mais conhecidos os símbolos oficiais ou não, a Comissão Estadual da Semana Farroupilha decidiu adotar, como temário dos festejos farroupilhas de 2008, exatamente esta simbologia.

Os símbolos oficiais, definidos por legislação especifica, temos a Bandeira, o Hino e as Armas (Lei 5.213/66), a planta Erva-mate (Lei 7.439/80), a ave Quero-quero (Lei 7.418/80), a flor Brinco-de-princesa (Decreto 38.400/98), o Cavalo Crioulo (Lei 11.826/02), a planta medicinal Macela (Lei 11.858/02), a bebida Chimarrão (Lei 11.929/03) e o prato típico Churrasco (Lei 11.929/03).

Além dos símbolos considerados oficiais, posto que definidos em lei, a sociedade gaúcha possui outros símbolos importantes, tias como: A Chama Crioula (desde 1947) e o Galpão de Estância (simbolismo do Rio Grande primitivo). De outra forma, encontramos símbolos representativos de um município ou de uma região, como o monumento ao laçador em Porto Alegre, o monumento ao imigrante em Caxias do Sul ou as bromélias de Gravataí.

Em cumprimento à função didática e aculturadora dos festejos farroupilhas de 2008, recomenda-se que nas escolas, nos centros de tradições gaúchas, nas sociedades literárias regionais e em todos os lugares e em todas as oportunidades possíveis, sejam estudados os nossos símbolos, compreendendo-os, valorizando-os e os preservando como uma das formas importantes de valorização da cultura regional típica, de aumento da auto-estima e demonstração publica do quanto nos orgulhamos das nossas coisas.

Nos desfiles temáticos realizados no encerramento dos festejos, recomenda-se destacar os símbolos oficiais, em primeiro lugar, e os símbolos não oficiais e locais como forma de caracterizar a região ou o município onde eles ocorrem."

Manoelito Carlos Savaris
Presidente do IGTF - Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore
Fonte: www.semanafarroupilha.com.br

20 de Setembro e Semana Farroupilha

Postado por Unknown | terça-feira, setembro 09, 2008 | , , , | 0 comentários »

Neste mês entramos no período que está sem dúvidas entre os mais significativos para a Cultura Gaúcha. Trata-se do mês de Setembro.

Isso acontece por motivos históricos, visto que há muitos anos, no dia 20 de Setembro de 1835, ocorreu a tomada de Porto Alegre a qual foi marco do início de uma revolta que duraria 10 anos, a Revolução Farroupilha ou Guerra dos Farrapos.

Como surge a Semana Farroupilha?

Na década de 40 foi criada a Ronda Gaúcha que mais tarde, no dia 11 de dezembro de 1964, através da Lei 4.850, a Assembléia Estadual oficializou a Ronda Gaúcha, com o nome de Semana Farroupilha, uma semana especial, para reverenciar a cultura e relembrar os fatos históricos que fizeram do Rio Grande do Sul, o que hoje ele é.

O período de comemoração passou a ser de uma semana, do dia 14 à 20 de setembro. Em 1996, através de lei federal, o dia 20 de setembro foi oficializado o Dia do Gaúcho ou Dia da Liberdade, no qual são homenageados os heróis da Revolução Farroupilha.

Passado algum tempo, a partir do ano 1995, o dia 20 de setembro é definido pela Constituição Estadual com a data magna do Estado, passando a ser feriado.

Observe como o Hino Riograndense refere-se aos fatos históricos e aos valores do povo gaúcho:

Como a aurora precursora
do farol da divindade,
foi o Vinte de Setembro
o precursor da liberdade.

Estribilho:

Mostremos valor, constância,
nesta ímpia e injusta guerra,
sirvam nossas façanhas
de modelo a toda terra.


Mas não basta pra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que não tem virtude
acaba por ser escravo.

Letra: Francisco Pinto da Fontoura
Música: Comendador Maestro Joaquim José de Mendanha
Harmonização: Antônio Corte Real